Jovem, bem informado, bem relacionado e principalmente, de bem com a vida. Assim é o jornalista multimídia, Frederico Tebar. Eu o conheci ainda adolescente, quando sua mãe, Magaly Tebar, reunia dezenas de mulheres em jantares inesquecíveis. Hoje Fred é sócio de boate de sucesso, colunista de jornal e cuida da própria carreira com postura exemplar: é ele o jornalista mais procurado para os lançamentos que buscam repercussão imediata. Para conhecer um pouco esse personagem do dia e da noite rio-pretense, resolvemos bater um papo rápido com ele. Confira abaixo.

Política&Afins – Você se tornou colunista por opção ou vocação?

Fred Tebar – Opção e vocação.  Sempre gostei de ler e escrever e tive influência de minha mãe e minha tia, Magaly e Haydée Tebar, que foram colunistas dos principais jornais de Rio Preto. Cheguei a fazer um ano de medicina, mas minha “praia” era outra, então fui para a faculdade de jornalismo.

P&A – Qual sua melhor entrevista até aqui?

Fred – Na televisão meu programa tem formato social, acontece no meio das festas, com entrevistas rápidas de dois ou três minutos. São 12 anos ininterruptos no ar, já passou todo tipo de gente. Me lembro de uma entrevista com Adriane Galisteu que deu muita repercussão.  Já no BOM DIA, onde entrevisto aos domingos, é mais difícil dizer qual a melhor porque tem sido mais criteriosas, maiores e por isso são sempre muito comentadas.

P&A – Rio Preto, terra do colunismo social. Essa definição é correta na sua avaliação?

Fred – Sim, concordo. Não pela quantidade de colunistas, que neste ponto acho relativa. Pode ter muitos ou poucos. Depende de quem você considera colunista. Rio Preto pode ser considerada a terra dos colunistas porque a sociedade é muito ligada em coluna social. Isso é indiscutível.

 P&A – O que é mais instigante: promover festas, fazer jornalismo ou colunismo?

Fred – Digo que sou um jornalista que faço colunismo social. O jornalismo é minha prioridade, as festas e eventos são idealizados no tempo que me sobra. E no fim das contas, me ajudam muito no papel de colunista. É no universo das festas que fico sabendo das notícias, conheço as pessoas e divulgo meu trabalho.

 P&A – Nos conte qual foi a matéria que deu um up grade na sua trajetória.

Fred – Uma boa entrevista não é difícil de fazer. O mérito está em fazer milhares de entrevistas ao longo de 12 anos ininterruptos. Isso me deu um “up grade”. O Canal 16 é um celeiro de programas que começam e não conseguem dar continuidade.

P&A – O que o inspira quando tudo parece conspirar contra?

Fred – Trabalho no jornalismo há 12 anos. Comecei bem antes de me formar na faculdade. E acompanho o colunismo da cidade desde criança, por conta do envolvimento da minha mãe. Me assusto com a conduta de alguns colegas. Gente sem ética e que acorda pensando em fazer o mal. Eu só fiz o bem até hoje e isso me motiva a seguir em frente. Nunca usei minha coluna para atingir meus desafetos. Acho isso covardia. Tanto que não me relaciono com alguns “desses profissionais”. Me assusto, mas não me intimido com essa turma.

P&A – Tem amigos dentro do colunismo?

Fred – Tenho sim, claro. A Cida (Caran), por exemplo, é uma grande amiga de quem gosto muito. Fiz muitas amizades no jornalismo também.

P&A – Você é sócio da boate que é ícone da noite em Rio Preto no momento. A Pink Elephant é sucesso?

Fred – Sucesso absoluto. Como rio-pretense fiquei feliz com a vinda da Pink para a cidade. Rio Preto já foi referência na noite, não era mais. Pessoas de várias cidades voltaram a frequentar a noitada rio-pretense desde que a casa foi inaugurada. Isso é positivo. No mais, te digo que merece um troféu quem consegue manter o alto nível de uma balada de house music numa terra tão sertaneja. E isso só a Pink tem conseguido.

P&A – Qual seu recado para quem torce contra?

Fred – Sempre tem gente torcendo. Procuro focar em quem está a favor, incentivando, prestigiando e criticando quando necessário. Por sorte esse time é a maioria esmagadora.

P&A – Diga lá: o melhor de Rio Preto é…

Fred – As pessoas. Tem muita gente boa por aqui. Gente que trabalha firme; festeja com categoria e ajuda quando necessário. Quero estar sempre perto delas.